A proposta, que prevê a venda de ações para o setor financeiro, tem sido alvo de críticas por parte de entidades esportivas e autoridades políticas. Em mensagem divulgada em sua conta oficial no “X”, ele afirmou que a Copa do Mundo não pode ser considerada um ativo financeiro disponível para terceiros. “A Copa do Mundo é a maior competição do planeta, e jamais foi propriedade de ninguém para ser comercializada.” O líder britânico ressaltou que transformar a competição em um objeto de investimento seria um ato de traição ao espírito do esporte. Sua crítica ecoou entre especialistas e fãs do futebol, que questionam o equilíbrio entre lucro e integridade da modalidade.