Neste lenga-lenga que é a disputa societária pela SAF do Botafogo, na qual o ex-dono, o americano John Textor, tenta reaver o comando do clube ou receber pela venda de suas ações por meio de processos na Justiça, um fato chamou a atenção de quem acompanha o caso. Ao recorrer a um desembargador, Textor foi instado pela própria SAF a prestar uma caução suficiente para garantir o pagamento das custas processuais e dos honorários advocatícios da parte contrária. O valor da caução, segundo a SAF, seria definido pela própria Justiça. Como Textor afirma ter direito a receber milhões de reais pela venda de sua participação na SAF, a garantia também poderia atingir um montante elevado.