Está em curso uma disputa pelo protagonismo da IA opondo chineses e americanos — e nem entre estes últimos há consenso sobre o caminho a adotar. O Brasil aparece ao lado de países como Camboja, Camarões, Congo, Cuba, Mianmar, Nicarágua, Rússia, Tadjiquistão, Uzbequistão, Venezuela ou Zâmbia. Com exceção da própria China, nenhum tem expressão no universo da IA. “O domínio da IA definirá o equilíbrio econômico e geopolítico das próximas décadas”, afirma a pesquisadora de IA Dora Kaufman, da PUC-SP. O Brasil precisa avançar em IA.