Quatro anos depois, houve o acirrado confronto direto entre os dois líderes personalistas. Desde 2018, qualquer um que se apresente como alternativa a essa escolha maniqueísta tem recebido do eleitor o tratamento de “nanico”, e as pesquisas, até aqui, não permitem dizer que seja diferente neste ano. Tecnologias capazes de produzir vídeos, imagens, vozes e textos praticamente indistinguíveis dos reais deixam de ser curiosidade tecnológica para se transformar em instrumentos de campanha. A Justiça Eleitoral passou os últimos anos tentando construir resoluções para conter a desinformação nas redes sociais e disciplinar o uso da IA. Foi assim com as redes sociais, com o uso de disparos em massa por aplicativos como WhatsApp e Telegram e, agora, com a IA.