Na ocasião, o ex-governador disse que, caso eleito, construirá um "superpresídio" de segurança máxima em uma remota da região Amazônica para isolar lideranças criminosas por "pelo menos 25 anos". A proposta também inclui a proibição das visitas íntimas e das "saidinhas" temporárias, acrescentou o ex-governador em entrevista ao Metrópoles. Em paralelo, Zema também se colocou a favor da classificação das facções brasileiras como organizações terroristas. O anúncio, no entanto, foi criticado pelo Planalto, que considerou a medida como uma tentativa de interferência estrangeira e uma ameaça à soberania nacional. — Quero que o Brasil retome a soberania que estamos perdendo.