O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) optou por apresentar uma defesa escrita e não compareceu ao depoimento presencial agendado pela Polícia Federal nesta terça-feira. A oitiva fazia parte do inquérito que investiga o parlamentar pelo crime de calúnia contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Por estar na condição de investigado, a legislação brasileira garante ao senador o direito de não comparecer e responder por meio de seus advogados. Na ocasião, o senador escreveu que Lula seria delatado e associou o Foro de São Paulo a práticas como tráfico de drogas, lavagem de dinheiro e fraude eleitoral. A Polícia Federal havia concluído em junho que a postagem configurava calúnia ao vincular o chefe do Executivo aos crimes citados.