None
ES
Detox digital, mais tempo de qualidade
['João Gonçalves Pereira', 'Administrador De Empresas', '.Wp-Block-Co-Authors-Plus-Coauthors.Is-Layout-Flow', 'Class', 'Wp-Block-Co-Authors-Plus', 'Display Inline', '.Wp-Block-Co-Authors-Plus-Avatar', 'Where Img', 'Height Auto Max-Width', 'Vertical-Align Bottom .Wp-Block-Co-Authors-Plus-Coauthors.Is-Layout-Flow .Wp-Block-Co-Authors-Plus-Avatar']
Jornal Económico
Falamos há anos sobre economia da atenção, sobre modelos de negócio construídos para nos manter ligados o máximo de tempo possível, mas raramente paramos para medir o custo real dessa ligação permanente, sobretudo entre os mais jovens.
O detox digital não é, por isso, um tema apenas dos adolescentes, é um tema de toda a família, e de toda a sociedade.
Trabalhadores permanentemente disponíveis por telemóvel não são necessariamente mais produtivos, são apenas mais cansados.
Trata-se antes de recuperar o uso consciente, planeado e limitado no tempo, em contraponto ao uso automático e permanente que se instalou nos últimos anos.
No fundo, o detox digital não deve ser encarado como um sacrifício ou como uma proibição, mas como um exercício de gestão, semelhante ao que fazemos com qualquer outro recurso limitado, seja o tempo, o dinheiro ou a energia.