“A escassez de mão de obra continua a ser o principal constrangimento ao crescimento do setor”, lamenta Ricardo Gomes, presidente da AICCOPN – Associação dos Industriais de Construção Civil e Obras Públicas. E é por isso que defende uma reforma laboral que permita “uma melhor gestão da organização dos tempos de trabalho”. José Eduardo Carvalho afirma que “a disponibilidade de mão de obra, sobretudo a de qualificação mais adequada, continua a ser uma das maiores limitações ao crescimento” do setor. Por isso, reconhece que “não é um modelo que muitas micro e pequenas empresas possam seguir com facilidade”. No mesmo sentido, José Eduardo Carvalho defende que este mecanismo é “uma das medidas mais relevantes adotadas nos últimos anos para responder à escassez de mão de obra” do setor.