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Livro revela novos detalhes sobre o papel da ditadura na morte de Juscelino Kubitschek
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VEJA
Escrita por Alex Solnik, a obra oferece detalhes inéditos sobre a morte de Juscelino Kubitschek, assassinado pela ditadura em 1976.
Solnik apresenta, por exemplo, um laudo inédito mostrando a farsa da narrativa oficial de 1976, reconstitui os últimos dias de Juscelino, a partir de fatos, documentos e testemunhos, e lança nova luz sobre um dos maiores mistérios políticos da história brasileira.
O lançamento coincide com recentes anúncios de resultados de novas investigações que revelaram inconsistências, contradições e fatos que nunca foram satisfatoriamente explicados sobre a morte de JK.
Recentemente, a Comissão Especial sobre Mortos e Desaparecidos Políticos reconheceu que o óbito de JK não pode ser tratado como um acidente comum, classificando-o como morte violenta ligada à perseguição política promovida pela ditadura militar.
Continua após a publicidade“Durante anos, o Brasil acreditou saber a verdade sobre a morte de Juscelino Kubitschek.