Ler ResumoO Rio de Janeiro se prepara para eleições estaduais com um cenário político inédito e complexo: o governador é o terceiro na linha sucessória. Com as eleições estaduais batendo à porta, logo ali em outubro, o Rio de Janeiro vive uma situação institucional inédita não em uma, mas em múltiplas frentes. Movimento semelhante, só que no plano federal, fazem Cunha e Crivella, que se mexem para recuperar seus assentos, respectivamente, na Câmara e no Senado. “Temos percorrido o estado atrás de apoio dos que são gratos pelo que realizei”, diz Cabral, agora livre da tornozeleira eletrônica. No fim das contas, o que se desenha no Rio é mais do mesmo, em que manjados protagonistas tentam reescrever um roteiro já bem conhecido e cujo desfecho nunca foi feliz.