Por muito tempo, a palavra solitude era usada como sinônimo de solidão, até que os ventos contemporâneos revestiram o vocábulo de novo e mais leve significado. “Encaro estar comigo mesma como um ritual de autocuidado, me divertindo de verdade”, diz. Não é que façam a apologia de nunca ter um ombro amigo com que contar ou enalteçam a solteirice, mas enfatizam que cultivar um espaço próprio é algo precioso. Pode até soar melancólico, mas ela diz que faz um imenso bem e que, sim, também adora uma boa balada. É mais um movimento que ajuda a dissolver a visão, impiedosa sobretudo com as mulheres, de que estar sozinho é falta de opção melhor.