As esquerdas do Brasil voltaram a pulsar neste domingo nas ruas de todo o país. Da música ao teatro, do rap à MPB, a cultura popular se somou ao grito de resistência contra a tentativa vergonhosa de anistiar golpistas e blindar corruptos. Mas os atos não se limitaram ao “não”. O desafio agora é transformar esse impulso simbólico em organização de base, em pressão permanente, em luta continuada. Cabe à esquerda cultivar essa chama, com paciência, persistência e organização, até que se transforme em conquistas reais.