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Porta-aviões britânico lidera missão inédita da OTAN para vigiar céus do Ártico
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Carro e motos
O Grupo de Ataque de Porta-Aviões do Reino Unido concluiu a primeira etapa de sua missão de 2026 no Ártico e no Atlântico Norte após três meses de operações ao lado da OTAN.
Liderada pelo porta-aviões HMS Prince of Wales, a força-tarefa realizou patrulhas e exercícios voltados para reforçar a segurança do flanco norte da aliança, antes de retornar ao porto de Portsmouth para manutenção e descanso das tripulações.
Um dos principais marcos da missão foi a realização do policiamento aéreo da Islândia com caças F-35B operando diretamente de um porta-aviões europeu, algo inédito na história da OTAN.
As aeronaves protegeram o espaço aéreo da região contra possíveis incursões de aviões russos e também participaram da atividade de vigilância reforçada Arctic Sentry.
A fase final do desdobramento incluiu o exercício multinacional Neptune Strike, que reuniu dez países da OTAN em operações conjuntas nos domínios aéreo, marítimo e terrestre.