Para Gilmar Mauro, dirigente nacional do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), os atos tiveram também uma dimensão internacional. “As mobilizações, no fundo, foram um recado para o mundo inteiro, e em particular para os Estados Unidos, para o governo [do presidente Donald] Trump. Mas foi também para o mundo”, analisa Mauro em entrevista ao Conexão BdF, da Rádio Brasil de Fato. Segundo o dirigente do MST, as ruas voltaram a ser ocupadas pela esquerda de forma massiva, o que não acontecia desde 2013. Mas no sentido nobre, não é um nacionalismo xenófobo que estamos defendendo, é a ideia de nação popular.