Para Lós, não houve um desmonte proposital durante sua gestão. O ex-diretor detalhou que, até a enchente de 2024, desconhecia qualquer investimento federal voltado ao sistema de proteção contra cheias. Segundo ele, não identificou novas irregularidades durante sua gestão, e apenas tomou conhecimento do desenrolar do caso pela imprensa. Alguns servidores foram convocados a depor no Ministério Público, mas Lós afirmou que não foi chamado. Sobre alertas meteorológicos prévios, ele afirmou que não era possível corrigir todas as falhas do sistema em apenas alguns dias.