No ano passado, o moderado Masoud Pezeshkian foi eleito presidente do Irã com uma proposta de reaproximação com o Ocidente para acabar com as sanções que afetam a economia. A visão consensual no Sul Global é que as sanções econômicas, usualmente aplicadas para impedir projetos de armas nucleares, tornariam esses programas inviáveis”, diz Albuquerque. “É claro, um país socialista consegue fazer isso, enquanto países capitalistas da periferia têm muito mais dificuldade e as ameaças econômicas sempre funcionaram. Com o Irã algo muda, porque a ascensão econômica da China e o Brics marcam uma alternativa. Seu presidente é um agente do imperialismo, o argentino Rafael Gross, que forneceu a lista de todos os físicos nucleares iranianos para os Estados Unidos e para Israel, que foram assassinados”, disparou.