None
PT
Devemos manter juros restritivos por mais tempo, diz presidente do Banco Central
['Bruno Andrade', '.Wp-Block-Co-Authors-Plus-Coauthors.Is-Layout-Flow', 'Class', 'Wp-Block-Co-Authors-Plus', 'Display Inline', '.Wp-Block-Co-Authors-Plus-Avatar', 'Where Img', 'Height Auto Max-Width', 'Vertical-Align Bottom .Wp-Block-Co-Authors-Plus-Coauthors.Is-Layout-Flow .Wp-Block-Co-Authors-Plus-Avatar', 'Vertical-Align Middle .Wp-Block-Co-Authors-Plus-Avatar Is .Alignleft .Alignright']
Últimas Notícias – VEJA
O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, reforçou a necessidade da manutenção da taxa básica de juros da economia, a Selic, em um patamar contracionista devido ao cenário de economia resiliente e aos choques de petróleo por causa da guerra no Oriente Médio.
“Ainda que juros já estejam restritivos, isso é um fato que nos faz manter juros ainda em patamar restritivo”, explica o presidente do BC.
Segundo Galípolo, o cenário atual demanda juros em patamar restritivo, por isso, o Brasil precisa de uma dose do remédio mais elevada do que os próprios pares.
A maioria dos analistas precifica que a taxa de juros deve encerrar 2026 nesse patamar.
A fala reforça essa tese de aperto monetário, sendo um dos fatores que pressiona o Ibovespa nesta sexta-feira.