Recentemente, o órgão rejeitou uma proposta de acordo de não persecução penal por entender que os crimes foram cometidos pelo sujeito com uso de violência. Não é para menos, os relatos daquela viagem assustadora não pararam nos gritos e ameaças do homem. “Durante a contenção, ele tentou morder uma comissária, desferiu chutes nela e em outro tripulante, e cuspiu em um passageiro que filmava a ação”, segue o documento obtido pelo Radar. A defesa dele alega que ele sofreu um surto psicótico, fruto do uso de fortes remédios controlados. Um laudo foi apresentado para atestar que ele sofreria de Transtorno de Ansiedade Generalizada.