O cenário começou a mudar após o surgimento de fatos novos que reforçaram os questionamentos sobre as revalidações realizadas pela instituição de ensino. O que defendemos é que o Conselho tem o dever legal de verificar se os requisitos formais para o exercício da Medicina foram efetivamente observados. O presidente destacou ainda que os recentes desdobramentos reforçaram os argumentos apresentados pelo Conselho ao Judiciário. O CRM-MT continuará cumprindo as determinações da Justiça, mas também exercendo sua função institucional de fiscalizar o exercício ético e legal da Medicina”, acrescentou. Segundo Adriano Bastos Pinho, o compromisso do Conselho permanece sendo a defesa da qualidade da assistência prestada à população.