O ecosistema português está em expansão, mas ainda tem caminho para fazer. Precisa de captar mais investimento internacional e capacidade de iniciativa para cumprir o seu desígnio, que vem da história. O crescimento é, em grande parte, explicado pela ascensão da Tekever, empresa tornada famosa pelos drones, mas que desenvolve tecnologia dual-use aplicada ao oceano, que sozinha concentra 1,2 mil milhões de euros da avaliação. Mesmo descontando este “outlier”, o ecossistema regista um avanço de dez vezes, para 400 milhões de euros — um ritmo de expansão inédito na economia portuguesa. Edição do Jornal Económico de 3 de outubro.