A média, desta vez, é ainda mais impactante, com uma apreensão a cada período de menos de dois minutos. — Dificultaria sobremaneira a produção, distribuição e entrada dessas bebidas ilegais, que podem inclusive estar contaminadas com metanol. Somos um país gigante, com muita bebida circulando e sendo consumida — frisa Nivio Nascimento, assessor de Relações Internacionais do FBSP, que coordenou o estudo. No início da semana, 17,7 mil garrafas foram encontradas em uma fábrica clandestina em Americana (SP). Outro lote com 128 mil garrafas foi lacrado na quarta-feira, em Barueri, por falta de documentação que atestasse a legitimidade dos produtos.