Sabendo que a família iria odiar o modo com que fora retratada no livro, o escritor vê esse jantar como uma despedida. Tentei, com a ajuda dele, recordar nossas raras lembranças comuns de infância, mas a verdade é que me entediei. Assim, o irmão, que vivia a vida da qual Édouard teria escapado, estava preso porque não tinha “as tecnologias da fuga”. Infelizmente, o retrato do irmão construído ao longo do livro é muito pálido, unidimensional e sem vivacidade. Quando tenta concluir o livro dizendo que não sabe nada sobre o irmão, já é tarde demais.