“Não é uma caça às bruxas. A ideia do observatório não é ser um órgão punitivista, é compliance, com normas de adequação. É uma tentativa de afastar qualquer viés corporativista – ainda que os juízes façam parte do grupo. Fachin até agora não informou se pretende fomentar uma mudança de política da Corte quanto à transparência de viagens e palestras. E todas as vezes que se falou em criar um código de ética para o Supremo a resposta dos magistrados foi o silêncio.