Entre as inovações, a técnica de intensidade modulada, conhecida como IMRT, se consolidou como um padrão internacional de tratamento. Com a IMRT é possível administrar doses mais elevadas diretamente na próstata, reduzindo a toxicidade em órgãos adjacentes, como reto e bexiga. A IMRT é determinante para oferecer eficácia no tratamento e reduzir complicações como diarreia crônica, incontinência fecal ou dor intensa. Entretanto, há um desafio que precisa ser enfrentado com urgência, que é o acesso ao Sistema Único de Saúde (SUS). Precisamos garantir que a incorporação da IMRT chegue também ao SUS, de forma ampla e planejada.