Em 1981, a russa Larissa Savitskaya, de 20 anos, voltava da lua de mel com o marido quando o avião em que estavam foi derrubado por um bombardeio soviético. Quando acordou, já no hospital, descobriu que o acidente foi declarado sigiloso pelas autoridades, e só veio à tona dez anos depois. Havia também algumas leis que precisavam ser respeitadas por ponta da lei de segurança pública”, contou ela em entrevista a VEJA. Passados 44 anos do acidente, a história de Larissa foi levada para as telas no filme A Única Sobrevivente, disponível na plataforma de streaming Adrenalina Pura+. Entre os fatos do longa que se distanciam da realidade, Larissa cita a cena em que aparece sendo perseguida por um tigre.