“Além disso, ao impor essa regra, corremos o risco de inviabilizar o trabalho das associações e de restringir o acesso ao tratamento, que é um direito constitucional”. Esse patamar de segurança foi criado em 1976, pelo pesquisador canadense Ernest Small, como uma convenção botânica. Mas ao separar o joio do trigo, digamos, o botânico ajudou as indústrias a abrirem caminho em um mercado que antes era totalmente proibido. Austrália e Colômbia já usam o limite de 1%, com o argumento que é ainda insuficiente para causar efeitos psicoativos. A discussão é cheia de nuances, mas o debate é essencial para uma regulação segura e eficiente.