“É um avanço significativo na proteção das crianças e adolescentes vítimas indiretas do feminicídio. Ela, catadora de latinhas, me disse que tinha muita dificuldade para sustentá-los, porque não tinha nenhuma renda que ajudasse. “Sempre me coloquei contrária à ideia de que o destino de uma criança seja o abrigo ou o acolhimento institucional. Claro que é apenas uma dimensão material, mas é fundamental para evitar que a criança vá para um abrigo. No Rio Grande do Sul, onde o feminicídio é acompanhado sistematicamente pela Polícia Civil, os números evidenciam o impacto sobre as famílias.