— Tivemos uma recalibragem do índice de confiança. Há uma desaceleração da economia em curso, o que levou o indicador de demanda para os próximos três meses a cair 1,6 ponto, para 82,3 pontos. Por outro lado, as expectativas em relação à evolução dos negócios nos próximos seis meses avançaram 1,1 ponto, passando a 89,9 pontos. Essa melhora que aponta para o primeiro trimestre do ano que vem, tem relação com o possível início do ciclo de corte de juros, mas também com o reajuste do salário mínimo, do Bolsa Família e com a isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil, medidas que podem injetar dinheiro na economia — afirma Campelo Jr.