A lembrança mais marcante surgiu em um fim de noite, depois de um encontro. “Eu precisava cuidar da minha mente para não me perder em situações como aquela”, relembra. Não foi a primeira vez que a terapia apareceu como ponto de virada. “Naquela época, eu me cobrava tanto ser perfeita que precisei da terapia para entender que amor-próprio não é cobrança. A terapia me mostrou que o erro não era meu, mas do preconceito que insiste em atravessar nossas relações.