Segundo o secretário municipal da pasta, Lucas Padilha, houve de tudo: “Visitas a bibliotecas, cursos de formação de jovens mediadores literários na Rocinha, oficinas de escrita criativa, contações de histórias em diferentes regiões, montagem de peças inspiradas em clássicos da literatura, entre outras”. Para ele, tantas atividades oferecidas “poderão integrar as políticas permanentes de estímulo à leitura e à produção literária na cidade, um legado para além do período do Rio de Janeiro como Capital Mundial do Livro — a se encerrar no primeiro semestre do próximo ano”.