A aliados, Tarcísio disse que, se Moraes tivesse determinado outra data para a visita a Bolsonaro, ele teria ido à posse de Fachin, e rechaçou a tese de que fez um “gesto político” ao não comparecer à cerimônia. Disse que permaneceu na casa do capitão reformado das 14h às 18h e que, por isso, não foi à posse de Fachin, que ocorreu às 16h do mesmo dia. O governador afirmou a interlocutores que sua ausência não significa um afastamento do Supremo e disse que, quando precisa tratar de temas relativos a São Paulo, recorre ao tribunal sem problemas. Tarcísio alegou que foi representado pela procuradora-geral do Estado, Inês dos Santos Coimbra, e pelo secretário de Governo, Gilberto Kassab. Tarcísio lembrou a integrantes de seu governo que, quando Fachin recebeu do Tribunal de Justiça de São Paulo o Colar do Mérito Judiciário, em junho, ele compareceu ao evento.