A doença atinge três vezes mais as mulheres do que os homens, e costuma surgir na faixa etária entre 30 e 50 anos. Tradicionalmente, o arsenal terapêutico contra a artrite reumatoide inclui medicamentos modificadores da doença (os chamados DMARDs) ou medicamentos biológicos, desenvolvidos para bloquear moléculas específicas da inflamação. Outro dado importante foi a melhora no escore de atividade da doença, indicador usado para avaliar inflamação. Mais pacientes no grupo de tratamento chegaram à remissão ou baixa atividade da doença em relação ao grupo placebo. Em um seguimento de um ano, observou-se ainda redução de 60% nos índices de dor e 63% no inchaço das articulações.