Já a Iselda é uma tempestade tropical que se formou entre Cuba e as Bahamas, onde ainda está localizada. Há a expectativa de que se intensifique para furacão (categoria 1) antes dessa curva”, diz o geógrafo. Os dois fenómenos não deverão ter um impacto direto em Portugal. Para isso, é necessário que os dois ciclones estejam suficientemente próximos, separados normalmente por algumas centenas de quilómetros. “A ideia é que, ao interagirem, os dois ciclones tropicais podem exercer força no padrão atmosférico ao seu redor, puxando ou deslocando sistemas de alta pressão adjacentes ou modificando gradientes de pressão”, explica Hélder Lopes.