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Dores crônicas: como é viver com uma dor que não desaparece
['Aline Gomes']
Folha Vitória
Dores crônicas: como é viver com uma dor que não desapareceDores crônicas: como é viver com uma dor que não desapareceDores crônicas: como é viver com uma dor que não desapareceDores crônicas: como é viver com uma dor que não desapareceDores crônicas: como é viver com uma dor que não desaparece Dores crônicas: como é viver com uma dor que não desaparece Dores crônicas: como é viver com uma dor que não desaparece Dores crônicas: como é viver com uma dor que não desapareceApesar de parecer uma realidade distante, a Organização Mundial da Saúde ( OMS ) estima que 30% da população do planeta sente dor frequentemente.
É como se os nervos e o cérebro se tornassem excessivamente vigilantes, interpretando estímulos comuns — como um toque leve, o frio ou o próprio movimento — como mensagens de dor intensa.
“Era uma dor de cabeça muito forte, que não resolvia com remédio em casa.
Imagem: Acervo pessoalA ideia de lidar com uma dor crônica traz desafios para os pacientes, familiares e até especialistas.
Eu, você e todos com dor crônica temos uma vida inteira pela frente e precisamos vivê-la.