Se, como tudo indica, António José Seguro chegar a Belém em março, terá de lidar com dois dossiers em que já traçou regras e deixou críticas, que prometem subir a pressão sobre o Governo de Luís Montenegro: Saúde e legislação laboral antecipam-se como os primeiros pontos de tensão do “Presidente para os novos tempos” com o primeiro-ministro, que continua sem acordo para apresentar na Concertação Social, adiada para depois da campanha eleitoral.