Com três pré-candidatos à Presidência, o PSD planeja liberar suas lideranças em alguns dos principais colégios eleitorais do Brasil, como Rio, Minas, Bahia e Pernambuco, para que não apoiem o escolhido do partido na corrida ao Planalto. Dirigentes do PSD avaliam que a divergência independe de quem for o escolhido entre Caiado, Ratinho Jr. (Paraná) e Eduardo Leite (Rio Grande do Sul). O PSD tem uma posição de, no estado, caminhar ao lado do atual governador e no palanque do atual presidente. O dirigente evita confrontos diretos com o governador paulista, que declarou ontem apoio à candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) ao Planalto. Além desses estados, dirigentes do PSD apontam entraves no Sul do país, região em que o partido tem quadros competitivos, mas enfrenta dificuldades para unificar palanques.