Arrisco dizer que esta liderança é uma conquista maior do que a simples dimensão da audiência. Ao microfone das redes sociais do Expresso alguém disse: “Esta é uma oportunidade para passar uma tarde a ouvir podcasts sem acumular com outras tarefas, só ouvir”. Dentro desta gigante tecnológica, é uma pequena percentagem, mas não deixa de ser significativo. JB: Woolf, a pergunta que se impõe é: quem decide o que é “burocracia” dispensável e o que é trabalho que deveria ser protegido numa transição tecnológica desta escala? Isto reforça a ideia de que estamos perante uma redefinição da relação entre tecnologia e trabalho, não apenas uma resposta conjuntural.