Elas não se limitam a comprar; agora, elas questionam, comparam e decidem com mais consciência. Hoje, elas também são as que mais buscam informações nutricionais no ponto de venda e nos aplicativos. O papel do nutricionista é ajudar a contextualizar essas informações para que as escolhas sejam mais conscientes", explica. A alimentação deve ser algo flexível, e a ferramenta de informação deve servir para empoderar, não para controlar", alerta. As mulheres estão se tornando consumidoras mais exigentes, dispostas a questionar o marketing tradicional e priorizar a autonomia nas escolhas alimentares.