Voltamos a ser uma região dividida, mais voltada para fora do que para si própria. O presidente da Colômbia defendeu uma integração policial na América Latina e Caribe para combater o narcotráfico:— É uma coisa que está crescendo, crescendo. A cocaína vendida na fronteira da Venezuela não é da Colômbia, é multinacional, tem colombianos, venezuelanos, franceses, libaneses, norte-americanos. E como Petro, ressaltou o caráter global do crime organizado, defendendo uma ação coordenada:—Sem segurança, a democracia é uma ficção. Modelo próprioSegundo Lula, é necessário pensar em um regionalismo "possível" para América Latina e para o Caribe, sem importar modelos que não refletem a realidade local.