Em segundo lugar surge o senador Flávio Bolsonaro, com 12,1%, superando inclusive o pai, Jair Bolsonaro, que mesmo inelegível ainda é lembrado por 6,3% dos entrevistados. Nesse aspecto, o presidente Lula aparece com uma vantagem expressiva. “Em respostas espontâneas, 25,5% é um percentual bastante significativo”, afirmou. Embora Lula parta de uma posição confortável, há espaço para movimentação — especialmente para candidatos que ainda não conseguiram se tornar conhecidos nacionalmente. Paulino destacou que esse duplo efeito — força e rejeição — é um fator central para entender o desempenho do senador nas pesquisas iniciais.