O governo central, que reúne o Tesouro Nacional, Banco Central e a Previdência Social, terminou 2025 com as contas mais uma vez no vermelho. A meta estipulada para o ano era de deixar esse déficit em zero, com uma tolerância de até 0,25% do PIB para mais ou para menos. Caso o governo entre o resultado do ano fora dessa banda, fica submetido a sanções que implicam em regras mais duras para os gastos no ano seguinte. Sem elas, o déficit fica reduzido a 13 bilhões de reais, ou 0,1%, e a banda exigida fica formalmente cumprida. Com o resultado, Lula completa os seus três anos de mandato até aqui com as contas no vermelho, e o pais inteira o seu 11o ano deficitário dos últimos doze: desde 2014 as contas públicas federais ficam no negativo.