Entre 2024 e 2025, o Master repassou ao BRB carteiras de crédito consignado avaliadas em R$ 12 bilhões de reais. O BC nega que Aquino tenha pedido ao BRB para comprar carteiras fraudadas (leia nota abaixo) e dois dos conselheiros do BRB dizem não ter sido informados das mensagens. Indignado, afirmou que isso nunca havia acontecido e que ninguém do Banco Central tinha enviado qualquer pedido ao BRB. Procurado pela equipe da coluna, o BC e o diretor de fiscalização Ailton de Aquino não comentaram o episodio da reunião. Não procede, portanto, a informação de que o diretor de Fiscalização do BC, Ailton Aquino, teria recomendado ao BRB a compra de ativos ou carteiras fraudadas de crédito do Banco Master.