Agora com filmes não.” Acontece que eu, como César Monteiro, não me satisfaço com o que tem de ser. Na pintura a óleo que saiu dos resultados da primeira volta, os portugueses aparecem desorientados, perdidos em direção a um horizonte que não vislumbram. Tendo partidos políticos que gerem confiança, com elites em que o povo se reveja. Esse que terá de galvanizar para uma segunda volta em que a narrativa será outra. Foi esta a volta que Portugal deu.