A família da vítima mortal num retiro espiritual em Montemor-o-Novo, no Alentejo, teme a libertação do alegado homicida no próximo dia 3 de fevereiro. Para evitar que isso aconteça, requereu que seja declarada a especial complexidade do caso para que o Ministério Público possa ter mais tempo para investigar. Se tal vier a acontecer, o prazo da prisão preventiva do alegado homicida será alargado. Mas se o tribunal não der luz verde a esta pretensão, o cumprimento desta medida de coação termina no final deste mês de janeiro.