Pelos prognósticos do atual presidente do INSS, Gilberto Waller Júnior, essa fila não deve ser zerada, conforme prometeu o outro presidente, o da República. A ideia é permitir que peritos de estados onde há pouca espera possam atender também os pedidos de outras regiões, onde faltam braços. “O grande problema é que temos vários INSS no Brasil”, explica Waller. Nós temos uma regra de bônus para os nossos servidores, que é como uma hora extra para cada análise adicional que eles fizerem. “Foram 118.000 em uma semana, em um mês é algo como 480 mil pedidos, além dos 1,1 milhão que já analisávamos por mês”, diz.