Agora, eles estão começando a reentrevistar pessoas que têm status de refugiado. A TVPRA garante que crianças desacompanhadas sob custódia federal tenham acesso a assistência jurídica e não sejam submetidas a deportações aceleradas. Anos depois, já durante sua segunda administração, especialistas apontam para um número crescente de denúncias relacionadas às condições em centros de detenção familiares. Ao El País, Leecia Welch, diretora-adjunta da organização Children’s Rights, afirmou que crianças têm “sofrido pesadelos, perda de apetite e deterioração da saúde”. O Centro Residencial Familiar de Dilley, o maior do tipo no país, foi construído em 2014 com capacidade para 2,4 mil pessoas.