Os combatentes, que vivem em áreas sob controle israelense, atuam contra o Hamas em regiões onde, pelos termos do cessar-fogo, as tropas israelenses não deveriam operar diretamente. Em alguns casos, combatentes feridos teriam sido levados de helicóptero para hospitais em Israel. O grupo liderado por Astal reúne dezenas de homens armados que vivem em uma zona de Gaza controlada por Israel. O futuro dessas milícias é incerto, especialmente se Israel se retirar das áreas que hoje ocupa em Gaza. A segunda fase do plano de paz apresentado pelo presidente americano Donald Trump prevê a retirada israelense para uma zona-tampão após o desarmamento do Hamas.