None
ES
Refinarias europeias lutam pela sobrevivência contra o resto do mundo, avisa co-CEO da Galp
['André Cabrita-Mendes', '.Wp-Block-Co-Authors-Plus-Coauthors.Is-Layout-Flow', 'Class', 'Wp-Block-Co-Authors-Plus', 'Display Inline', '.Wp-Block-Co-Authors-Plus-Avatar', 'Where Img', 'Height Auto Max-Width', 'Vertical-Align Bottom .Wp-Block-Co-Authors-Plus-Coauthors.Is-Layout-Flow .Wp-Block-Co-Authors-Plus-Avatar', 'Vertical-Align Middle .Wp-Block-Co-Authors-Plus-Avatar Is .Alignleft .Alignright']
Jornal Económico
28 Janeiro 2026, 18h28As refinarias europeias estão a lutar por sobreviver perante a feroz concorrência do resto do mundo, numa altura em que as metas de descarbonização apertam e colocam pressão sobre o setor refinador.
O alerta foi deixado esta quarta-feira pela Galp semanas depois de ter anunciado a fusão da sua refinaria de Sines com as da Moeve, que conta com duas refinarias na Andaluzia.
E lutam para sobreviver na próxima década, de forma sustentável e com os retornos certos”, disse a co-CEO da petrolífera Maria João Carioca, esta quarta-feira, 27 de janeiro.
As três refinarias vão ser colocadas numa sociedade, onde a Galp vai deter 20% e os espanhóis os restantes 80%, segundo o acordo não-vinculativo.
Espanha conta com oito refinarias: quatro da Repsol, duas da Moeve e uma da BP.