Não se veem distúrbios, não se veem exaltações", afirmou Paula Cardoso à Lusa. A deputada social-democrata, que é líder da missão de observadores da OSCE nas eleições da Moldova, adiantou ainda que a afluência às urnas "é muito grande", sendo visíveis, quatro horas depois da abertura, "filas de pessoas para votar". A Moldova está hoje a votar para eleger um novo parlamento, o que pode fazer com que o país vizinho da Ucrânia se afaste da atual trajetória pró-europeia para se aproximar de Moscovo. "Nós [observadores] notámos, de facto, a questão da desinformação, dos ciberataques, da compra de votos. Moscovo tem negado quaisquer interferências nos assuntos da Moldova e afirma que Chisinau está a alimentar o sentimento antirrusso para fins políticos.